CLOCK 33

RJMORAIS

EM: ANTES "SER HUMANO"

SOBRE O AUTOR:

As Rosas e as “Ladainhas Corporativas”

Antes de mais nada, “só mais um maluco”, assim, pode-se definir, em poucas palavras, o autor R.J.Morais, aquariano, e cidadão brasileiro, mais ou menos, com orgulho, R.J. nasceu em 1983, e sem formação acadêmica, tornou-se, um exímio profissional, ele é: ” O Faz Tudo CLOCK 33″

INÍCIO DE CARREIRA

R.J. SE DEDICOU A APRENDER UM OFÍCIO

Autodidata, iniciou sua carreira em comunicação, atuando como Assistente de Arte, no ano 2000. Com o crescimento exponencial da web, na época, vislumbrou uma oportunidade de profissionalização. Passou por um punhado de agências de São Paulo, absorvendo o máximo de conhecimento possível, e chegou a frequentar, três cursos profissionalizantes, dos quais, concluiu apenas dois: Web Design e Desktop Publishing, extremamente técnicos, destinados à diretores de arte e designers profissionais.

FORMAÇÃO ACADÊMICA

APROFUNDOU SEUS CONHECIMENTOS

Quando jovem, irreverente, sagaz, abandonou o curso de Design Gráfico, restando menos de um ano para a conclusão, alegou, que, seria um desperdício de tempo e dinheiro, concluir a formação acadêmica. Observando profissionais mais experientes, utilizando-se de livros, apostilas, e até, da internet (que, na época, estava longe de ser a web que conhecemos hoje), aprofundou seus conhecimentos em, propaganda & marketing, design & desenvolvimento web, passando a dirigir, projetos de comunicação e sites institucionais.

DIREÇÃO DE ARTE

DESIGN GRÁFICO E DESENVOLVIMENTO WEB

No final de 2003, surge a oportunidade de trabalhar, em uma eficiente agência criativa, responsável, por importantes projetos, de grandes players do mercado. Por ser, um entusiasta notável, ampliou ainda mais seus conhecimentos na área, adquirindo uma extensa experiência, participando ativamente, de todos os processos criativos da companhia, desde os briefings. R.J.Morais exerceu um papel fundamental, em importantes trabalhos realizados, em especial, para duas grandes franquias globais, que demandavam, na época, um extenso, e complexo, ambiente de Intranet estruturada. Também participou, de alguns projetos de inovação, que, por sinal, tornaram-se habituais, e ainda são comercializados nos dias atuais. Percebendo a grande demanda, por projetos gráficos e websites, “batendo à sua porta”, tornou-se profissional autônomo, e logo, como freelancer, almejava criar a sua própria agência criativa.

PROPAGANDA & MARKETING

R.J. FUNDOU A AGÊNCIA “7 PROPAGANDA”

Visando concretizar seus objetivos, e atender os clientes de maneira profissional, “gerou a 7 PROPAGANDA”, a pequena e eficiente agência criativa, que, tinha como missão: Proporcionar a presença e a inclusão digital, para os pequenos comerciantes de São Paulo. Apresentou soluções criativas, inovadoras, preços populares, e o melhor, entregou resultados positivos. Em 3 anos frente à Sete, R.J.Morais, foi o responsável direto, por dezenas de P.I.V. (projetos de identidade visual completos), websites inclusivos e interfaces R.I.A. (rich internet application). No final de 2009, em meio à, abrupta redução da demanda por sites em Flash, R.J., optou por encerrar as atividades da Sete, e lançou-se em novos desafios. Dessa vez, agregando ao marketing corporativo, de uma significativa companhia de TI (Tecnologia da Informação), de médio porte, que, na época, era líder na oferta de soluções, ao segmento de energia elétrica, em escala nacional.

MARKETING CORPORATIVO

PROFISSIONAL DE MARKETING E ENDOMARKETING

Durante os 5 anos na companhia, desenvolveu ações de marketing, planejadas, que, garantiram, a presença e o bom posicionamento estratégico da companhia, durante todo o período. Tais ações, suportaram o crescimento exponencial da companhia, que, aumentou seu faturamento, de R$ 47 milhões para R$ 155 milhões, liderou rankings, recebeu uma série de prêmios, e ainda, ingressou no mercado de Saneamento. Entretanto, a companhia tornara-se uma aquisição, passando a representar, a marca de um Grupo, de grande presença na América Latina. Durante esse período, aproximadamente, 3 anos de fusão, R.J.Morais, assumiu todas as atividades de marketing e endomarketing, retomou a comunicação, e desenvolveu “a marca transitória”, responsável, por preservar a imagem e a reputação da companhia, ante o mercado e novas possibilidades, perante os clientes, e o mais importante, em razão dos colaboradores, que ansiavam, desalentados, por uma transformação.

PROJETOS DE INOVAÇÃO

R.J. FUNDOU E VIABILIZOU A “FALCÃO BRAVO”

Em meados de 2015, diante do cenário caótico, da economia e da segurança nacional, considerou, a possibilidade de empreender novamente, dessa vez, no setor de Segurança Eletrônica. Originada em um conceito inovador, tendencial para a área, “concebeu a FALCÃO BRAVO”. Frente a toda operação, R.J.Morais, viabilizou o negócio por completo, criou as ofertas, desenvolveu uma série de projetos de inovação, com forte impacto social, e ainda, representou comercialmente a companhia. Inspirada nas Cidades Inteligentes (Smart Cities), a startup, prestadora de serviços, viabilizou soluções sustentáveis, acessíveis, com tecnologia nacional de ponta, participou de licitações, e até, realizou pequenas instalações. Por outro lado, para ingressar no mercado de segurança, pública e/ou privada, o modelo de negócio adequado, demandaria um sólido capital de giro, até que se constituísse a reputação adequada, além, é claro, de um considerável investimento inicial.

MARKETING DE CONTEÚDO

R.J. É FUNDADOR E ADMINISTRADOR DA CLOCK 33

No início de 2017, lança-se em um novo projeto, começa a trabalhar, “em busca de algo diferente”, que, de alguma forma, o possibilitasse profissionalmente, e ainda, pudesse ser concretizado com investimento inicial limitado. Surge a ideia de se criar, “algo relevante”, um modelo de negócio sustentável, flexível o bastante para segmentar, nos mais variados nichos de mercado de produtos populares, assim, “pariu a CLOCK 33”, uma marca singular. Responsável por toda a operação, desde a idealização, planejamento, desenvolvimento, produtos, direção de arte, produção, conteúdo e comunicação, R.J.Morais, pretende consolidar a marca, expandir em serviços, ofertas e negócios, e mais, pretende fazer isso, de forma 100% orgânica, através do “Marketing de Conteúdo”. Uma missão realmente desafiadora, que vem sendo realizada aos poucos, passo a passo, com uma sensata parcimônia e muita dedicação.

LADO A

As Pedras e os “Espinhos da Realidade”

Como nem tudo são rosas, e mesmo se fossem, ainda haveriam os espinhos, essa ladainha corporativa possui outros lados, bem mais peculiares. Deixando de lado a esquisitice de escrever “sobre si”, na terceira pessoa no singular, deixo para vocês, algumas palavras sob meu ponto de vista pessoal, afinal, você chegou até aqui, deve estar interessada(o) em saber mais, correto?

RESUMO DA CARREIRA

QUASE 20 ANOS ADIQUIRINDO CONHECIMENTO

Resumo minha trajetória profissional em duas palavras, “Conhecimento Adquirido”, e até o momento, essa foi minha única motivação. Desde o início da carreira, meu foco profissional, sempre foi adquirir o máximo de conhecimento possível. Embora o retorno financeiro seja importante, o dinheiro, jamais foi um critério decisivo nos trabalhos que realizei.

EXÍMIO PROFISSIONAL

VERSATILIDADE E PROATIVIDADE NOS NEGÓCIOS

Se assim fosse, provavelmente, teria ganho mais dinheiro, mas, jamais teria me tornado, o profissional versátil que me tornei, um exímio profissional, sim, eu sou. Receio que isso possa vir a ser interpretado como prepotência, mas, é apenas a verdade, nada de mais, e uma das últimas duras lições que aprendi, é: Ser modesto demais, é ruim para os negócios.

LIDERANÇAS DUVIDOSAS

DESABAFOS DE R.J.MORAIS, UM COLABORADOR

Às vezes, é preciso ressaltar nossas qualidades, reivindicar o que conquistamos, do contrário, ficaremos sempre a mercê do bom senso de líderes, que muitas vezes, são despreparados, desinteressados, ou pior, doutrinadores. Veja bem, existe uma enorme variedade de líderes despreparados, alguns são egocêntricos, outros são vaidosos e tem até tiranos, mas o que realmente importa, é o que eles tem em comum. Lideram de maneira negligente, quase, ou, totalmente irracional, produzem uma verdadeira tortura psicológica, e em muitos casos, praticam o chamado abuso moral, o que é uma ótima maneira de adoecer colaboradores. Nem é preciso dizer o quanto, os “chefes”, afetam o desempenho das organizações, suas equipes jamais alcançarão grandes resultados, são embasadas na tolerância, e provavelmente, produzirão futuros líderes, que, tendencialmente, repetirão os mesmos hábitos comportamentais, é um verdadeiro ciclo vicioso de inversão de papéis.

LÍDERES DESINTERESSADOS

RESULTADOS MEDÍOCRES DE LIDERANÇAS DUVIDOSAS

Os desinteressados, por sua vez, são uma verdadeira incógnita, ninguém sabe ao certo como se formaram líderes, provavelmente, possuem uma sólida formação acadêmica, combinada, com uma legítima habilidade de se venderem bem, e claro, um histórico profissional razoável. No entanto, sequer sabem os nomes de seus subordinados, quem dirá, conhecer as necessidades individuais de cada um. O que mais me surpreende, nessas lideranças duvidosas, é sequer possuírem profundo conhecimento na área em que atuam, delegarem de forma arbitrária e trabalharem às cegas, esperando que realizem o trabalho por eles. Embora, alguns até pareçam inofensivos, ou melhor dizendo, sugestíveis, são extremamente nocivos às companhias, uma vez, que, demandam uma alta rotatividade nas contratações, atrasando a evolução das organizações, em suma, agregam à mediocridade.

Tanto os despreparados, quanto os desinteressados, sem dúvida, são o foco principal da “pior programação da rádio peão”, além disso, são os responsáveis diretos, pelo baixo desempenho de suas equipes e incontáveis demissões voluntárias, motivo, intolerância à chefia. E mais, produzem sérias consequências, tanto na companhia, quanto na vida pessoal de seus colaboradores. Mas, nem os piores chefes de todos os tempos, conseguem ser tão cruéis, e perversos, quanto os líderes doutrinadores.

Esses de fato, conseguem arruinar carreiras, a reputação das organizações, e até, vidas. Parece exagerado? Pode soar dessa forma, mas, provavelmente, você já viu alguém surtar no ambiente de trabalho, ou ainda, você é que surtou, e de forma alguma isso é engraçado. Existe uma grande parcela de profissionais, que, diferente dos chamados chefes, estes lideram, e normalmente, conseguem produzir resultados, pois, possuem algumas habilidades de liderança, exceto o mais importante, o caráter.

LÍDERES DOUTRINADORES

O DESENCANTO COM AS CULTURAS ORGANIZACIONAIS

Podem ser incrivelmente astutos, assertivos, suas equipes produzirão o esperado e além, entretanto, seus métodos são contraditórios, utilizam-se do medo como principal aditivo motivador, gosto de os chamar de: “doutrinadores”, porque é o que produzem, doutrinação. Embora o termo correto seja, submissão, ao menos para os colaboradores. Utilizam-se das mais variadas técnicas de doutrinação, a fim, de, extrair tudo e mais um pouco de suas equipes, é comum agirem de forma bipolar, podem ser cruéis em um determinado momento, ao mesmo que parecem generosos, vendendo a falsa ideia de “reconhecimento profissional”. Acontece, que, um líder doutrinador, é extremamente calculista, para ele, o que move a companhia são números, quando deveriam ser pessoas. Em parte, isso se deve ao fato, de haver uma grande quantidade de profissionais capacitados, disponíveis para contratação, ironicamente, essa alta disponibilidade de “mão de obra qualificada”, se deve, de fato, à alta rotatividade profissional, comum, em empresas com culturas organizacionais deturpadas. Mas afinal, por que estou falando sobre isso?

LADO B

As Trevas e as “Profundezas do Abismo”

Ao longo de todos esses anos, pude testemunhar, profissionais talentosos perderem para, “o desencanto com as culturas organizacionais”. Para conseguirmos entender os motivos, que geram tal desencanto, temos que perceber a má gestão em uma determinada área. O problema é maior, quando, em alguns casos, a má gestão que gera consequências negativas, se estende, aos níveis hierárquicos mais altos das organizações, é um verdadeiro “beco sem saída”, para gestores e profissionais. E digo mais, engana-se quem pensa que é possível, ser um chefe doutrinador no escritório, e um ser humano incrível, fora do ambiente de trabalho, embora muito distintas, ambas são a mesma, é o que nos define, seres humanos.

O duro é perceber, que, líderes doutrinadores e culturas organizacionais deturpadas, são apenas, uma pequena parcela dos resultados, produzidos por um modelo social desumano, que tem como energia motivadora, o dinheiro, e como objetivo de vida, o consumo desenfreado de bens materiais. Rápido demais? Ainda que pareça chocante, sobrevivemos, à base de uma sociedade escravocrata, um sistema monetário primitivo, à mercê de lideranças apáticas, desprovidas de caráter, valores e princípios, morais e humanitários. Parece pesado? Quanto vale uma vida, ou melhor, quanto vale a sua vida? Percebe a indiferença? Se fosse para mensurar, eu diria, que, o peso é de bilhões de vidas humanas adoecidas, vivendo a vida sem sentido, alheias, quanto à própria enfermidade.

O CAMINHO REVERSO

HÁ COMPLEXIDADE NA SIMPLICIDADE

Embora esteja tentado a prosseguir, debatendo o “Iluminismo”, questões e paradigmas sociais, vou aterme em minha sensatez, do contrário, embarcaríamos em uma viagem só de ida, para as profundezas do abismo sem fim, e provavelmente, eu já estaria deprimido e acéfalo, antes mesmo, de concluir o próximo parágrafo. Um exagero? Diga isso para si, quando tomar consciência de uma alma ferida, em um momento de introspecção. Tomando o caminho reverso agora, limito-me à simplicidade do objetivo aqui, pois, quando comecei a escrever esta, página de autor, a proposta era criar uma página simples, uma leve introdução “sobre o autor”. Tinha como objetivo, gerar um pouco mais de engajamento com a marca, saindo do anonimato, esperava criar uma certa empatia ao leitor, ao perceber, um semelhante nos bastidores da CLOCK 33.

VALORES MORAIS

ANTES DE SER PROFISSIONAL, SER HUMANO

O que me parecia uma simples tarefa corriqueira, tornou-se, um desafio maior que o esperado. Jamais poderia imaginar, o quão difícil poderia ser, escrever à respeito de mim mesmo, ou, de minha trajetória profissional, acabei sendo tragado por uma série de emoções, provavelmente, enraizadas em determinadas lembranças. Sem ressentimentos quanto as minhas próprias decisões, posso imaginar um cenário, que, faria tudo de forma diferente, tenho quase certeza, “poderia ter sido melhor sucedido”, ao menos, financeiramente. Mas, eu me pergunto, o que eu me tornaria, sabotando meus princípios, valores morais, em benefício próprio? Com certeza algo, que desaprovo, mais importante que sermos profissionais bem sucedidos, é sermos seres humanos íntegros, honestos, com nossas próprias decisões.

R.J.MORAIS

SAINDO DAS TREVAS, EM DIREÇÃO À LUZ

É aqui que os mundos colidem, embora, seja um ser humano inestimável e um profissional desmedido, minha presença é singela, quase grosseira, por vezes, subestimada, exceto, por fazer parte, de uma enigmática magnificência. Procuro evadir-me do ego vaidoso, do “ilusionismo do senso comum”, assim, diante das “perseguições energéticas”, resguardo-me, na busca por conhecimento e auto aprimoramento, entrego-me, à introspecção. Papo de louco? Utopia? Antes fosse, vejo com clareza o que há, admito, é algo estranho de se dizer, falando francamente, ser benevolente e ter essa percepção, fere a alma na mesma proporção. Parece confuso? Pois deveria, que seja assim: As palavras, em toda sua significância, são miniaturas limitadas, diante do inexplicável, a intuição. A verdade, é que o Universo é coletivo, “minha” existência material, é pequena, primitiva e passageira, é poeira. É preciso um olhar mais atento, quantificar as possíveis interpretações.

LADO C

A Luz e o “Terceiro Lado da Moeda”

Saindo das trevas, em direção à luz, contarei para vocês, uma história que fiquei feliz em recordar. O ano era 1996, em troca de alguns trocados, eu e alguns garotos do bairro, fazíamos panfletagem para pequenos comércios da região. Enquanto os mais marotos, na maioria das vezes, descartavam grande parte do material fora, e corriam para o fliperama, eu fazia questão de cumprir a missão. Muitas vezes guardava-os, em uma série de esconderijos, e corria para me divertir com eles, mas, o fato é, eu sempre voltava para resgata-los, e no final da tarde, entregava todos os panfletos, um por um. Eventualmente, era flagrado por um dos mais traquinas, e bem que os malandros tentavam me sacanear, mas, sempre convencia-os a me ajudarem, e no final das contas, tudo fazia parte da diversão.

ANTES DO INÍCIO

R.J. CONTA UMA HISTÓRIA INUSITADA

Recordo-me de ficar entretido, com a arte dos panfletos, analisava-os totalmente, aliás, fazia isso com todo tipo de comunicação, observava a disposição dos elementos, o logotipo, a tipografia, a direção, o texto, o plano de fundo, o slogan, o tipo de papel, formas, cores, conceitos, e tudo mais que poderia haver ali, até imaginava, “mensagens subliminares”. Um inevitável hábito, que me acompanha até hoje, e inevitavelmente, me acompanhará por toda a vida. O interessante nessa história, é o que me motivou a ingressar em artes gráficas e comunicação, embora, já houvesse aptidão criativa, e até, uma certa habilidade para desenhar, alguns flyers, eram extremamente precários, isso me encorajou a descobrir como eram feitos, as possibilidades, pareciam-me ilimitadas. Tudo que eu pretendia, na realidade, era aprender algo útil, para meu futuro negócio, ajudar os comerciantes da região, e claro, entregar os panfletos maneiros, ao menos, naquele momento.

DE 1996 AO 2000

OBJETIVO, INGRESSAR NA COMUNICAÇÃO

Dali por diante, tive uma série de experiências profissionais, como, office boy, auxiliar administrativo, e, por mais incomum que possa ser, secretário executivo, porém, dediquei-me a descobrir tudo sobre a minha paixão, a comunicação, e quatro anos depois, havia me tornado um profissional da área. Embora, ainda estivesse muito longe, de ser um expert, o conhecimento adquirido, até aquele momento, foi suficiente para ingressar, precocemente, em uma carreira profissional. Se engana quem pensa, que, em algum momento foi fácil, nunca é, mas, tenho certeza que você sabe muito bem isso, é necessária muita resiliência, foco e dedicação, para se desenvolver um ofício, mais ainda, para encarar os desafios que a vida impõe. E por falar em vida, no caso, a pessoal, essa mais parece um “elevador desenfreado”.

VIDA PESSOAL

R.J.MORAIS EM: UMA COMÉDIA DRAMÁTICA

Essa sim, é uma bela resenha, mas, pouparei você dessa “dramédia”, já que o foco aqui é outro, me resguardo no dever de assegura-lo, além do mais, escolho perpetuar a discrição. Aproveitando a deixa, deixe-me falar-lhe sobre algo inusitado, durante todos esses anos, trabalhando com marketing, design e comunicação, posso lhe assegurar, já fiz um pouco de muitas coisas, ao menos, sumariamente. Entretanto, existe algo, do qual, jamais havia trabalhado antes, ou melhor, jamais havia tido intensão de utilizar, até inventar de escrever esta página de autor, o “Marketing Pessoal”, uma área totalmente inédita para mim. Analisando os fatos, após toda essa experiência imersiva, em meu passado e histórico profissional, denoto, que, esse pode ter sido, com toda certeza, meu “calcanhar de Aquiles”.

R.J.MORAIS POR: RJMORAIS

CONCLUSÃO DE UMA EXPERIÊNCIA IMERSIVA

Sempre permiti que o tempo falasse por mim, que continue assim, porém, a jornada foi longa até aqui, é tarde demais para recuar, de pé, prossigo, com fé, coragem, acreditando em mim, na CLOCK 33, eu resisto, reflito, aprendo, e continuo fazendo, persisto. Líderes natos, nascem prontos, pena, muitos estarem por aí, acomodados na mediocridade, outros, entretanto, continuam lutando, até a última gota de sangue em suas veias, mesmo, quando ninguém mais enxerga ou acredita. Sendo assim, quero saber, que tipo de líder você quer ser? Quem determinará se vai liderar, se, “para bem ou para mal”, é você, e somente você, poderá realizar, o auto aprimoramento de suas habilidades. Então eu te pergunto, ou melhor, questione à si mesma(o), que tipo de “Ser Humano” você vai ser? Sem grandes prolações, vou usufruir este momento, retificando minha desambição, para cicatrizar a ferida, e, de quebra, que fique registrado para a posteridade…

REPRESENTA
"RESILIÊNCIA"

Namastê!

Att,
R.J.Morais

  • Gostou do meu perfil profissional? Deixe-me saber a sua opinião, o que você achou desta página de autor? O que pode ser aprimorado? Concorda, que, o “Desencanto com as Culturas Organizacionais”, bem como, a “Alta Rotatividade Profissional”, podem ser, as consequências de más gestões, em empresas com “Culturas Organizacionais Deturpadas”? Acredita, que, “Líderes Natos” nascem prontos, ou, formam-se com o decorrer dos anos? A sua opinião é muito importante, sinta-se à vontade para comentar! Um grande abraço e muito obrigado.

  • Show de bola belo projeto! Você é um cara crânio parabéns!!!

    • Oi Tiago, obrigado pelo seu comentário, para mim, é muito importante receber um feedback, principalmente um positivo. Grande abraço e mais uma vez, muito obrigado!